16 outubro 2006

A COLUNA DE D.J. CARA DANJO: CARTA ABERTA À MINISTRA DA EDUCAÇÃO

cára çenhôura dôna lurdes. ânda tudo ôutra vês numa ganda confuzão e os prófes tão mais xatiádos k nunka çó prucáuza de a çenhôura kerêr k êles trabálhein. no fundo o k a çenhôura kér é rezólvêr os purbelêmas do inçuçéço e iço tudo. óra êu gustáva de le dizêr como é k eu çe tivéçe no çêu lugár rezólvia tudo ein três têmpos. ein primêiros éra con bué de izijênssia. sein izijênssia isto não vái lá. e con izâmes a çério. sein izâmes a çério não çe conbáte o inçuçéço. e purfin êu cá até intorduzia os castigos corpuráis. çein castigos corpuráis isto não vái lá. óra bêin isto érão as medidas ein ralassão ós purfeçôures tá cláro. á k çêr izijente con os prófes. á k oberigálos a ir a izâme fazêr izâmes ein k os pais dos alunos é k dessiden çe êles pódein paçár ôu não. e çe êles xateiam mto os alunos atão dévein çêr sugeitos ós castigos corpuráis k até pudíão çêr apelicádos não digo pêlos alunos mas vá lá pêlos pais dos alunos ôu atão pêla dona lurdes. isto já rezólvia parte do purbelêma. entertanto ein ralassão ós alunos a çolução éra acabár con izâmes e téstes e nótas e tarbálhos de cáza e tudo. a jente paçáva e prontos. os purfeçôures é k nein tôudos. ás çuas órdeins e mtos comperimentos do çêu fã cára danjo.

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